Poema #4

DANCEI TANGO COM A VASSOURA, SÓ PRA ANIMAR UM POUCO

Por Júlio Freitas

O telefone não toca
e olha que nem espero mais
que seja alguém conhecido

E nessas noites insuportáveis
regadas à conhaque
entre conversas com meus fantasmas

Espero os enganos.

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